Por entre as frestas vejo
o que o muro quer tampar.
Mas o que será que houve
para haver tanta pobreza lá?
Se eu fechar o olhos
nada vai acontecer
apenas vou obedecer ao muro
que pretende meu olhar conter
Já reclamei de cada coisa.
Já berrei por mera insignificância.
Mas nunca parei para reparar
como eles vivem na vizinhança.
Será que é sorte ao nascer?
Será desgraça de viver?
O que eu posso fazer?
Parar de reclamar. Olhar. Viver para mudar.

BOA! Muito bom Poema rô! Parabéns.
ResponderExcluirRaySimon curtiu isso.
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